Durante a última década, "quebrar o monolito" foi o mantra de 9 entre 10 CTOs. No entanto, em 2026, estamos vendo um movimento reverso curioso: o retorno do Monolito Modular.
Grandes empresas, incluindo ex-evangelistas de microsserviços, perceberam que a complexidade de gerenciar centenas de repositórios, pipelines de CI/CD fragmentados e a latência de rede entre serviços não compensa para times de médio porte.
Kubernetes é poderoso, mas caro de manter. Novas ferramentas estão focando em simplificar o deploy de aplicações robustas em um único binário, eliminando a "taxa de rede" (network overhead) que consome processamento desnecessário.
Isso não significa o fim dos microsserviços, mas sim o fim do "microsserviço por padrão". A regra de ouro agora é: comece com um monolito bem estruturado. Separe em serviços apenas quando a escala de tráfego ou a organização dos times tornar o monolito inviável.