A espera acabou e os rumores se confirmaram. A arquitetura "Blackwell" da NVIDIA finalmente aterrissou nos laboratórios da InfoTI, e os resultados preliminares da nova GeForce RTX 5090 são, no mínimo, assustadores.
Enquanto a geração anterior (Série 40) focava intensamente em geração de quadros via software (DLSS 3), a série 50 parece trazer de volta o foco para a força bruta, com um aumento substancial na contagem de núcleos CUDA e na largura de banda da memória.
Especificações que impressionam
Ficha Técnica Resumida:
- Memória: 32GB GDDR7 (a mais rápida já vista em consumo)
- Interface: 512-bit
- Consumo (TDP): 600W (Requer fontes ATX 3.1)
- Clock Boost: Chegando a 3.1 GHz em stock
O salto mais significativo, no entanto, não está nos jogos, mas na Inteligência Artificial. Com a popularização de LLMs (Modelos de Linguagem) rodando localmente, a RTX 5090 se posiciona não apenas como uma placa gamer, mas como uma estação de trabalho doméstica para desenvolvedores de IA.
O Custo da Potência
Toda essa performance cobra seu preço, e não estamos falando apenas do valor monetário. O consumo de energia de 600W exige um sistema de refrigeração robusto e gabinetes com fluxo de ar impecável. Em nossos testes, a placa operou na casa dos 78°C em carga máxima, o que é aceitável, mas transforma seu escritório em uma pequena sauna.
Veredito inicial: Se você trabalha com renderização 3D ou IA, é um investimento obrigatório. Para gamers, é o luxo supremo para rodar GTA VI em 4K nativo a 120fps.